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23, 24 e 25 de Setembro de 2022
Encontro Presencial

“Há um ser que vive no subterrâneo selvagem das naturezas das mulheres. Essa criatura faz parte da nossa natureza sensorial e, como qualquer animal completo, possui seus próprios ciclos naturais e nutritivos. É esse aspecto da mulher que tem cio. Não um cio voltado exclusivamente para a relação sexual, mas uma espécie de fogo interior cuja chama cresce e depois abaixa em ciclos. O cio da mulher não é um estado de excitação sexual, mas um estado de intensa consciência sensorial que inclui sua sexualidade, sem se limitar a ela.

Muito poderia ser escrito acerca dos usos e abusos da natureza sensorial feminina e sobre como mulher e outras pessoas atiçam o fogo à revelia dos seus ritmos naturais ou tentam extingui-lo por completo. No entanto em vez, disso vamos focalizar um aspecto que é ardente, decididamente selvagem e que transmite um calor que nos mantém aquecidas com boas sensações.

Na mulher moderna, essa manifestação sensorial recebeu pouquíssima atenção e, em muitas regiões e períodos, foi totalmente eliminada. Existe um aspecto da sexualidade feminina que nos tempos remotos, era chamado de obsceno sagrado, não na acepção que damos hoje em dia ao termo, mas com significado de uma sabedoria sexual de uma certa forma bem-humorada. Havia outrora cultos a deusas que eram voltados para uma sexualidade feminina irreverente. Longe de serem depreciativos elas se dedicavam a ilustrar partes do inconsciente que ainda hoje permanecem misteriosas e em grande parte desconhecidas. A própria ideia da sexualidade como sagrada e, mais especificamente, da obscenidade como aspecto da sexualidade sagrada, é vital para a natureza selvática.”

Clarisse Ester Pinkolas em “Mulheres que Correm com os Lobos”

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Todas nós temos duas forças poderosas que regem nosso ser multidimensional, uma força que cria e uma força que sustenta.

Durante anos, as mulheres vêm numa suada batalha para conquistar seu espaço.

Um espaço para sua cidadania, seu profissionalismo, sua sexualidade, seu corpo, sua expressão e suas escolhas. E estes aspectos, que por muito tempo ficaram adormecidos e reprimidos pela mente patriarcal, tomam mais poder e passam ser experiências fundamentais para a saúde de toda a humanidade.

No meu trabalho aprofundamos no sentido das nossas escolhas, fazendo caber, na mesma medida, a nossa parte que cria e a nossa parte que sustenta, integrando a nossa parte do eu e a nossa parte do outro, e nos aproximando cada vez mais do que realmente somos.

E somos todas únicas!

No geral, as mulheres tendem a se identificar mais com o outro, esquecendo-se de si, dos seus próprios prazeres e do sentido mais profundo do seu anseio interior.

Ser selvagem nesse mundo, é saber ser expressiva com o que estamos sentindo dentro, é ter uma voz e um tom que partem de um lugar seguro, de um eu profundamente relaxado em si mesma, que não depende do olhar do outro e que tem amor por si mesma suficiente para continuar sua jornada, mesmo que ainda estejamos longe de condições mínimas desse equilíbrio na sociedade.

Há mais de 5 anos venho compartilhando com outras mulheres sobre este caminho de desenvolvimento, manifestando espaços seguros e acolhedores para um mergulho profundo dentro do nosso corpo, sem medo da nossa própria natureza, autêntica, selvagem e livre, usando como instrumento principal, a nossa própria sexualidade, abrindo e integrando novos espaços e trazendo um sentido mais verdadeiro a essa misteriosa força.

Gosto sempre de fazer um alerta de cuidado, pois existe uma imagem distorcida que se vende por aí, de que ser uma mulher selvagem e livre, significa transar muito e com várias pessoas, ter relacionamentos abertos, participar de suruba e não sentir ciúmes, uma típica ideia “Nova Era” que deixa a cena confusa e propícia a perpetuação de abusos e traumas.

A conquista é poder ser o que quiser ser. A liberdade do eu só existe do lado de dentro da sua própria segurança e uma mulher é livre quando ela tem domínio de seus contornos, quando está em posse de seus limites e decisões, sejam eles quais forem, tanto para fazer sexo quanto para não fazer sexo, tanto para dizer sim quanto para dizer não.

A mulher selvagem tem autonomia de seu próprio prazer e não coloca o seu poder, o seu bem mais precioso, que é sua própria energia vital, numa bandeja para barganha de nenhum tipo.

A mulher selvagem escolhe a dedo, quando e para quem irá mostrar sua energia, sua abertura e especialmente o sabor do prazer que circula dentro do seu próprio corpo.

A mulher selvagem sabe se abrir e sabe se fechar!

Sabe o limite e a ponte entre o eu e outro!

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O empoderamento sexual de uma mulher, passa pelo empoderamento do próprio corpo, isso significa tomar posse da sua história, dos seus traumas, seus valores, suas emoções, suas sensações, suas dores e sua integridade.

 Vivemos numa sociedade na qual fomos ensinadas que sexo é algo para ser feito com intensidade, com o objetivo de alcançar orgasmos fulminantes que possam aliviar as tensões estressantes do dia a dia.

Aprendemos que sexo bom precisa ter muita libido, desejo e uma performance digna de settings de filmagem.

Essa sexualidade mais conhecida e difundida, principalmente pela indústria pornográfica, é uma nuance muito limitada diante do potencial artístico que uma mulher pode expressar ao sentir-se segura em seu próprio corpo.

Códigos do Feminino:

A Devoção é a sua língua,
A Beleza é o seu presente,
O caos é a sua própria energia,
Cíclico é o seu ritmo,
A atenção é seu próprio sustento,
O erotismo é a sua vitalidade,
A auto adoração é a sua oração,
A presença é seu próprio prazer e excitação,
Seus limites são sua própria segurança,
E seu ser selvagem é a sua verdade. “

Autora desconhecida

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Quando o feminino escolhe calar-se, passando por cima de suas dores e de todo seu movimento emocional interno, ele se desvitaliza!

O feminino que foge de sentir suas dores, também se afasta do amor…

É triste ver uma mulher sem o brilho feminino, e que muitas vezes escolhe situações ou relacionamentos em que decide calar-se ao invés de mostrar-se… muitas vezes em prol da harmonia ou do excessivo cuidado com o outro, e com os desconfortos que uma expressão mais autêntica de suas emoções poderia causar do lado de fora.

Um feminino que escolhe não mostrar ao mundo seus anseios, seus desejos, suas dores e suas emoções, se deixando pra lá como se fosse uma bobagem ou uma loucura, provavelmente está se distanciando da sua verdadeira essência.

Um feminino vivo e saudável, navega e cria, no alto mar das emoções e das sensações…

Quando fazemos isso por nós, sempre fazemos também por todas as mulheres que nos antecederam. Carregamos de alguma forma, todas as feridas transgeracionais dessas mulheres, construídas ao longo de milhares de anos de castração e interrupção do fluxo da expressão feminina.

Se você não sente isso na sua pele diretamente, sem dúvida pode sentir na pele da sua mãe, suas avós, suas tias. Tente perguntar a elas como era tratado a sexualidade enquanto eram jovens, por exemplo! Talvez já não seja nada fácil falar de sexo com elas, e esse é o próprio exemplo dessa expressão enclausurada que estamos falando… Mulher sem espaço para se expressar é sinônimo de desvitalização, falta de libido, falta de brilho e até falta de sentido na vida.

A falta do prazer na vida de uma mulher a deixa fria, frustrada, irritada ou triste.

A mulher plena nutre o prazer de ser quem ela é no momento presente, vive sua intuição, seu instinto, seu brilho, sua expressão e seu anseio por amor, livremente!

Expressar seu eu autentico, é aprofundar-se na liberdade de se expressar e compartilhar com o mundo, é revelar aos olhos da vida este gigantesco e misterioso mundo interno e oculto em que se habita…

E o canal para essa expressão é sempre o corpo e suas infinitas possibilidades de movimentos, seus sons, suas palavras…

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23, 24 e 25 de setembro

Sexta às 16h à domingo às 16h

PRESENCIAL

A Pema irá conduzir o grupo de mulheres em uma jornada de autoconhecimento e apropriação de uma sexualidade saudável.

PRÁTICAS DE RESPIRAÇÃO

ANATOMIA SEXUAL DA MULHER

YOGA SEXUAL E TANTRA

só para MULHERES

Trabalho exclusivo para mulheres, independente da orientação sexual e status do relacionamento.

VAGAS LIMITADAS

RODA DE CONVERSA

AUTO PRAZER

CIÊNCIA DAS POLARIDADES

Paloma Conte, carinhosamente chamada de Pema, se dedica ao estudo do autoconhecimento há mais de 18 anos, suas formações passam pela psicologia, saúde mental, Gestalt viva, terapias corporais neoreichianas, psicologia sistêmica, constelações familiares e sexologia.

Atua com atendimentos individuais e em grupos, com foco no desenvolvimento integral do ser humano, restaurando os três principais aspectos da nossa existência: o instinto, o cuidado e a admiração!

Casada há 15 anos, mãe de 3, Pema considera sua construção como mulher o principal norte de toda a sua jornada.

Inspirada também pelos antigos saberes do Tantra, que vem estudando e praticando ao longo desses anos, e em posse de uma intuição notável, de um ponto de vista concreto e surpreendente, Pema sustenta um campo seguro e amoroso para que as mulheres mergulhem no desvendar de si mesmas.

Ela vem acompanhando o desenvolvimento de mulheres há mais de 6 anos, especialmente na restauração do seu próprio corpo erótico, ressignificando a sua sexualidade e sua sensualidade autêntica, o que ela gosta de chamar de “eu selvagem”!

Localização: Chão D'Aldeia - Pirenópolis - Goiás

Localizados na zona rural de Pirenópolis, cidade considerada a joia do cerrado, com uma charmosa arquitetura colonial, rica vida cultural, inúmeras cachoeiras e paisagens incríveis, dando-nos a impressão de que o mundo cabe apenas aqui. Tocamos aqui no nosso CHÃO, nome carinhoso que damos a esse espaço que sustenta e dá vida a tantas outras famílias parceiras de longa data.
É onde escolhemos fincar nossas raízes e repousarmos nossos pés, para que o nosso trabalho e dedicação possa alçar seus vôos e chegar até você. Sejam bem vindas. Nestes dias de retiro a nossa casa será sua casa!

O que estão falando as mulheres que participaram da última edição?

"Esta foi a minha primeira vivência com a Pema. Sempre intuí a potência da energia sexual como um caminho de cura do feminino e transcendência. Nas experiências vividas, senti essa plenitude e a atenção para alguns obstáculos que devem ser ultrapassados ou pontos a serem trabalhados para se chegar no centro. Espero que seja a primeira de muitas, Pema. Sigo aprofundando. Muito bom estar com mulheres que desejam esse resgate do seu sagrado. Gostaria de abraços! Gratidão a cada uma e a Pema!"
Alzira
"Pema, muito grata pela vivência, pelo despertar da minha fêmea. Reverbera em mim a energia feminina que me fortalece. Dança em mim a criança, a mulher, a anciã. Continuarei neste belo caminho de volta para mim. Avise das próximas vivências. Grata a todas pela energia compartilhada"
Venina
"Maravilhoso o encontro, o grupo, você amada Pema. Só agradeço. Exercitei minha nudez, minha permissão de ser. Na dinâmica fiz questão de deixar a câmera aberta quando estava bem em me expor, fechar quando me incomodava...autorespeito aos meus limites e entrega são coisas desafiadoras para mim. Percebi minha irritação, minha necessidade em atingir algo. Minha dificuldade em estar entregue ao que vinha. Foi fantástico perceber, experimentar, respeitar, permitir-me. Agradeço por esse espaço mágico. Gostaria que estivéssemos juntas, que houvesse abraços. Um grande prazer e honra conectar-me com vocês."
Gyovanna
"Quero agradecer a vocês todas por esse Sahajoli. Estou honradíssima por ter participado! Quanto poder nos habita! Quanta sabedoria carregamos e manifestamos. Tem sido maravilhoso ser louca, e encontrar outras loucas é melhor ainda. Uma alegria imensa estar conectada com vocês. Gratidão, Pema! O Sahajoli veio para contribuir com meu processo diante disso tudo. Que a luz e a sombra continuem dançando e guiando vocês em seus caminhos. Obrigada, Deusas que correm consigo! Que não nos falte inspiração para criar nossos paraísos!"
Helen
"Gostaria de agradecer pelo trabalho tão lindo, ainda reverberando... Venho de um processo de adoecimento no trabalho, seguindo de término de namoro, perda do meu pai, mudança de cidade, de emprego, e tenho estado meio "assexuada" com tantas coisas acontecendo. Foi ótimo retomar o contato comigo e me permitir voltar a explorar meu corpo e aflorar mais a deusa que habita em mim. "
Luciana

Faça parte do nosso próximo encontro PARA MULHERES!

Inscrição no retiro presencial

Sahajoli: Mulheres que Correm Consigo
R$ 1.900
00
Pix ou Boleto
  • Pensão Completa Incluída (alimentação e hospedagem)
  • R$ 2.000,00 Para Parcelar em até 3x sem Juros
  • Em Até 12x (com juros)
  • Vagas Limitadas
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